
Tudo naquela casa era descomunal: as janelas, as portas, os corredores, os quartos, as salas, as escadas, os quadros. A divisão mais encantadora era o átrio, pois aí haviam imensos quadros que nos transmitiam os seus sentimentos, na véspera de natal cintilavam imensas luzes no grande presépio. Em torno do átrio encontrava-se o lugar mais adorado por Inês: a sala de música. A pequena menina, ainda indefesa, todos os dias debruçava-se sobre o piano e fazia soar o som misterioso de cada uma daquelas teclas brancas e pretas que se faziam houvir por toda aquela casa.
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