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Projecto de Intervenção do Agrupamento de Escolas de Vila Cova - Barcelos

Como Educador e como Pai, a criação de hábitos de leitura é um dos alvos das minhas preocupações. Nesse sentido, tenho pesquisado e procurado uma resposta adequada à questão: “Como hei-de fazer com que as minhas filhas e também os meus alunos criem hábitos de leitura? “
Pelo que sei, poderemos utilizar duas estratégias:
- Uma em que se deve insistir junto das crianças, fazendo com que elas leiam, mesmo que por vezes não tenham muita vontade. Nesse sentido estaremos a procurar que a criança “aprenda a ler, ou melhor, a criar hábitos de leitura”
- Outra, procurar estimular a leitura das crianças sobretudo com livros que aprecie, e deixar que ela própria “aprenda a gostar de ler”.
Por um lado, parece-me difícil uma criança gostar de ler como que “naturalmente”, até porque cada vez mais ou melhor cada vez menos, lhe é apresentado um livro para ler (e acredito que para isso, as novas tecnologias tem contribuído muito, pois são em tudo mais fáceis e mais rápidas).
Por outro, num mundo cada vez mais competitivo, em que a formação e a educação assumem importâncias cada vez mais fundamentais, a leitura torna-se automaticamente imprescindível, não permitindo que um Pai ou Professor preocupado com o futuro dos seus filhos e/ou alunos facilite neste aspecto.
Tendo em vista que não tenho obtido grandes esclarecimentos e sendo um assunto de tal importância quer para a educação das minhas filhas, quer para os meus alunos, queria ouvir a opinião de todos. Talvez desta forma, possa conhecer outras estratégias ou pelo menos, ouvir a opinião quer de outros colegas e pais, quer de alunos, que terão uma opinião extremamente válida sobre o assunto, até porque terão passado recentemente pela experiência.

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Respostas a este tópico

Também não tenho resposta para a tua questão. É sempre realmente difícil medir o grau da obrigatoriedade e, se quisermos, de permissividade. Como pai e professor sinto muitas vezes o dilema entre esses limites: até que ponto devo exigir ou deixar que as pessoas tomem as suas opções. Ainda este fim de semana, numa entrevista à Tabu (magazine do Sol), Lobo Antunes dizia, e passo a citar:

"os autores que mais gosto são aqueles com quem tive mais dificuldade. Cuja leitura ao início me dava a sensação de andar no nevoeiro."

Ora aqui está um exemplo de que as coisas por vezes não são pacíficas. Às vezes digo aos meus alunos que ando a ler determinado livro que não tenho adjectivos para o qualificar aqui; mas tem que ser, porque preciso daquela informação e posso, a partir daí, aprender no mínimo o que não se deve fazer. Claro que isto é um perfeito exagero, porque não haverá nenhuma leitura que não nos traga uma pista, uma nova forma de ver o problema, etc.

A concluir, e para objectivar a coisa, ler por prazer não acontece tantas vezes quanto desejaria, porque as nossas leituras não esperam momentos de boa disposição, de silêncio; muitas vezes é com grande espírito de sacrifício que se lê no fim de um dia arrasador. No que me diz respeito, penso que é necessário disciplina e o resto vem por acréscimo.

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Creio que não existem estratégias para ensinar a "gostar de ler" ou sequer formas para "criar hábitos de leitura" - esta a a minha opinião enquanto mãe e professora de Língua Portuguesa. O que me parece um caminho valioso na promoção de hábitos de leitura junto dos nossos filhos e dos nossos alunos, é a nossa própria representação do livro e da leitura, o valor que damos ao nosso relacionamento com o livro; esta valorização, se transmitida àqueles que educamos, é um passo importantíssimo para o encontro da criança, do adolescente com o livro.
E transmitir a "nossa paixão" pelo livro não é muito difícil, mesmo com todas as seduções da nova era...

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Partilho das opiniões do Paulo e da Helena, mas apenas posso falar da minha experiência como professora ou, então, tia de inúmeros angélicos sobrinhos e sobrinhas. Primeiro, para os muito novinhos funcionam bem, os livros relacionados com o seu quotidiano e interesses.Depois, conversar sobre o que se lê é uma forma óptima de cativar para a leitura. Eu, em miúda, quando estava na primeira classe e ainda não conhecia as letras todas, pedia à minha mãe que me lesse, e ela fazia-o e embora a soletrar, eu adorava ouvi-la... e conseguia perceber as histórias que eram contos populares... O interesse e a forma como falamos dos livros às crianças e adolescentes é percepcionado por elas. Claro, que ler nem sempre é agradável, mas o primeiro passo tem de ser a motivação.

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Como Educadora de Infância e como leitora, desde que consigo lembrar-me de algo na minha infância, gostaria também de participar nesta partilha de ideias.
Gostar de ler não é inato…aprende-se com a convivência e nem sempre este é um processo “pacífico”, como diz o Paulo. Não existem “receitas” eficazes para cultivar este hábito…se há crianças que desde cedo demonstram gosto pela leitura, existem adultos que só o manifestam depois de ter feito uma licenciatura…

Muitas aprendizagens feitas pelas crianças são realizadas a partir da imitação dos adultos que as rodeiam… Ler também…
Quantas vezes vimos nós crianças bem pequeninas a “ler”…mesmo que o livro esteja de “pernas para o ar”?
Cresci rodeada de livros…mas isso não seria suficiente se os livros fossem apenas para enfeitar estantes ou, quando criança, não os visse ler.
Ajudarem-me a desvendar o segredo das letras e das palavras quando eu não as sabia descodificar foi uma ajuda preciosa para descobrir o mundo dos livros…
No trabalho do dia-a-dia é esse o meu lema … mas não significa que vá surtir os mesmos efeitos em todas as crianças…Outros factores existem que poderão influenciar esta prática.

Criança que gosta de ler, gosta de aprender e este é um acto que deve ser cultivado logo na primeira infância. Ler para os mais pequeninos é uma vitamina para a sua criatividade.
Mesmo sem perceber o significado das letras e das suas intermináveis combinações, as crianças, desde cedo, adoram “fazer-de-conta” que estão a ler. Por pura imitação das crianças mais velhas ou do adulto, as crianças neste momento estão efectivamente a “ler”… estão a ler as imagens, o que não deixa de ser uma forma de leitura.
A manipulação do livro é também importante: no início um objecto que é misturado com qualquer outro brinquedo, e que mais tarde será um “brinquedo” que fará parte da sua vida académica e pessoal.
Hoje as crianças ouvem com o mesmo encanto as histórias que nos encantaram quando éramos pequenos. A Carochinha, o Capuchinho Vermelho, o Lobo Mau, os 7 Cabritinhos, os 3 Porquinhos, os gigantes, ao anões, os príncipes, as princesas, as bruxas, os magos, os duendes e as fadas continuam a povoar o imaginário dos mais pequeninos, que conforme vão crescendo, através dos livros, vão descobrindo novos heróis.
Foi com a leitura destes livros que, muitos de nós combatemos o mal, defendemos o bem e viajamos para lugares onde só a imaginação nos poderia levar…
Hoje, já adultos, consoante as nossas preferências literárias, continuamos a ler livros … povoados de “heróis”…

Dicas:
1) http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/index.php?s=textos&pid... (consultem este site e cliquem numa apresentação de slides em Power Point, uma brochura com notas de apoio, que poderá ajudar em algumas questões aqui colocadas)
2) Se tiverem crianças pequenas por perto leiam-lhes este livro “Leónia Devora os Livros” de Laurence Herbert, da Editora Caminho.
3) Se forem crescidinhos leiam este livro, cuja leitura terminei hoje e com a qual me diverti imenso: “O Anjo mais estúpido”, Christopher Moore, Gailivro.
“Sinopse
O humor corrosivo e a crítica social que se lê nas entrelinhas, o ritmo absolutamente estonteante em que se sucedem as mais impensáveis situações fazem deste um livro indispensável para todos os fãs do humor da nova geração de humoristas portugueses. Destinado a um público adulto, urbano e possuidor de um humor inteligente vai ser, sem sombra de dúvida, a melhor prenda que podem ter este Natal.
«O Conto de Natal de Dickens está tão batido que precisamos de algo de novo para nos aquecer os pés na quadra festiva. Nada como uma encantadora fábula de anjos, Pais Natais e zombies fãs do IKEA para sentirmos o espírito natalício cair sobre nós. Em peso.»
Nuno Markl “
Espreitem aqui também: http://pt.shvoong.com/books/1742401-anjo-mais-est%C3%BApido/

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Olá Cristóvão
Só agora vi a tua mensagem com olhos de ver.É com os mesmos lhos, os de ver, que deverás ler esta sugestão ou esclarecimento.
As duas formas de fazer com que as tuas filhas leiam, segundo dizes, é só uma, isto é: deves proporcionar-lhes livros adequados à idade e ao gosto e, depois, fazer com que leiam. A melhor maneira de fazer com que leiam é lendo tu também. Criar momentos de leitura conjunta, o pai, mãe e filhos, cada um lendo o seu livro e debatendo, dialogando, esclarecendo, tirando dúvidas daquilo que se lê ou explicando aos outros aquilo que se leu. Desta forma tem-se a certeza que todos leram e torna-se um ritual que todos apreciarão. Os bons profissionais, antes o serem, foram alunos e, esses, foram cada vez melhor se melhor foram os seus hábitos de contacto com os livros.
Mais haveria a dizer, muito mais. Abraço.

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Eu acho que é muito importante responder à pergunta: "É importante ler????" e depois justificar.
Pessoalmente, não acho que ler seja muito importante; mas eu tenho horror a "utilidades". Ler, para mim, é gozo puro e simples. Neste sentido, é difícil - para não dizer impossível, aconselhar alguém sobre este assunto.

A minha experiência é que não há uma regra.

Da juventude, recordo perfeitamente: Branquinho da Fonseca, Miguel Torga e a Colecção Vampiro e muito menos, para não dizer nada: Gil Vicente, Camões e Garrett.

Tenho duas filhas 9 e 11 anos. Ainda ontem, a mais nova (4º ano), nos perguntava (a mim e à mãe) quando é que continuavamos a leitura "daquele livro do cão morto".

O livro do cão é o "Cão como nós" do Manuel Alegre (!!!!); a mais velha (6º ano) nem quer saber.

Ainda sobre as duas filhotas: a pequena gosta mais de consultar os livros de culinária, a enciclopédia e as biografias que lá por casa há; já a mais velha prefere a Internet. E não é por (des)incentivos particulares: nem uma, nem outra.

Regras??? Eu também não as conheço.
Planos "nacionais"??? Tenho algumas dúvidas, mas vou seguir com atenção as "Dicas" da Cristina, ali mais acima.

Abraço

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Olá David, bem vindo…

Quanto aos Planos “nacionais”, como Educadora de Infância, aderi ao projecto “Leitura em Vai e Vem”. Mesmo sem saber se a nossa candidatura seria aceite reuni os Pais, os quais têm poucos hábitos de leitura, (e quando me refiro a leitura não falo apenas de livros, mas também de revistas e jornais) e falei-lhes sobre o projecto. Ficou decidido que no início do terceiro período os livros da escola iriam andar num “vai e vem”. Não que já não andassem, mas agora seria algo mais “organizado”. Entreguei-lhes um dossier onde estavam reunidas as dicas do dito Plano, duas grelhas que adaptei para serem preenchidas depois das respectivas leituras e um conjunto de folhas A4 em branco, onde crianças e pais fariam um registo gráfico da história lida. (Este dossier deve ser devolvido no final do ano lectivo para ser possível fazer uma avaliação desta "Actividade")
Criar hábitos de leitura é uma responsabilidade que pode ser partilhada pela escola e pela família… e esse, para mim, é o verdadeiro espírito do projecto. Garantidamente, alguns Pais devem ter pensado nesta proposta como um “frete”, mas na hora ninguém se “queixou” :o)
Durante o 2º Período organizamos todos os livros da escola (para a Educação Pré-Escolar e 1º Ciclo) e criamos uma pequena Biblioteca comum (os livros não são muitos, mas já será um começo).
Todas as crianças adquiriram o seu cartão de leitor e sexta-feira demos início à “requisição” de livros.
Entretanto, no período de interrupção lectiva, lá chegou o material de apoio ao projecto, do qual faziam parte 4 mochilas de pano (porque na base do projecto só há uma mochila para cada grupo de 5 crianças).
Requisitar o livro já foi algo de especial, mas só quatro é que tiveram direito a levar dentro da mochila do “Ler+”… Senti algumas carinhas tristes, pois ainda demoraria algumas semanas até chegar a sua vez de levar a “bendita” mochila… Assunto resolvido, neste momento já há mochilas (“pano cru”) para todos os alunos da escola…Na próxima sexta, “o vai e vem” dos livros será feito “às costas”.
Hoje havia um grande entusiasmo…À grande maioria das crianças já tinha sido lido o livro, (algumas já o trouxeram para devolver, outras ainda vão necessitar dele mais alguns dias…Têm até cada quinta-feira para devolver os livros). Algumas das crianças até trouxeram os registos que tinham feito e todos quiseram falar sobre o seu livro e quem lhes tinha lido…
Hoje à tarde, lemos “Leónia devora os livros”, um livro que uma das crianças levou na sexta e que a irmã (também membro deste espaço) lhe leu durante o fim-de-semana. Ela estava encantada porque já conhecia todos os pormenores da história, mas do que ela mais falava era dos momentos que partilhou com a irmã … proporcionados pelo livro. Outras crianças também falaram sobre a ajuda que os pais lhe tinham dado nos desenhos da história que lhes leram.
Depois de lida a história as crianças tiveram a ideia de escrever um livro. “Um livro sobre a nossa escola, pois assim as pessoas já sabem o que fazemos aqui.”, disse uma das crianças… E em grupo começou a nascer a história de uma princesa que frequenta o JI de Vilar do Monte…já tem rei e rainha e alguns príncipes “marotinhos”…. Já houve até quem lembrasse que não podemos esquecer de fazer uma capa para o nosso livro…
Não sei como resultará em termos futuros tudo isto, relativamente à criação de hábitos de leitura (realmente nesta questão não há regras, nem receitas). Só sei que o livro, nesta fase da vida das crianças, em que os adultos andam sempre cheios de “pressa”, para chegar nem sempre se sabe onde, pode ser um elemento de partilha de afectos… (sendo este, ou não, um dos objectivos do “Plano Nacional”).

Quanto ao “Cão como nós”…lembro-me que fiquei com a lágrima no canto do olho quando o li...

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Projecto interessante esse; sucesso, sucesso é o que lhe desejo.

"Só sei que o livro, nesta fase da vida das crianças, em que os adultos andam sempre cheios de “pressa”, para chegar nem sempre se sabe onde, pode ser um elemento de partilha de afectos…"

Exactamente. Bem haja.

PS: Lá em casa, retomamos a leitura do "livro do cão morto".

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Olá Cristóvão e toda a comunidade bookcrossingEBI,
li com atenção o teu tópico e de todos os intervenientes.
O tópico que lançaste “aprender a gostar de ler ou aprender a ler” é pertinente e digo-te que, enquanto estudante, senti essa dificuldade, até que muito mais tarde o reformulei para "aprender a gostar de ler ou ler para aprender a gostar".
Como sabes, e tal como tu, nasci em França (arredores de Paris) e vim para Portugal com 7 anos. Iniciei a minha escolaridade lá e quando cheguei a Portugal fui directamente para o 3º ano. Tive algumas dificuldades iniciais e a Língua Portuguesa, na altura, não era a minha área preferida. Lá aprendi a ler e escrever em Português...
Até mais ou menos ao 6º ano a leitura resumia-se unicamente ao caderno diário, aos livros escolares e uma ou outra revista cor-de-rosa (aprendi a ler e lia apenas o que era essencial ao meu dia-a-dia).
É precisamente no 6º ano, com a criação da Biblioteca de turma e a circulação de livros entre os alunos da turma (essencialmente livros dos 5, clubes das chaves e outros do género) que tive a oportunidade de encontrar na leitura o prazer. O prazer de viver experiências que nunca tinha tido. É nessa altura que passo a frequentar com maior assiduidade, principalmente quando tinha furos, a Biblioteca da escola e a ler praticamente todos os contos que lá há. E Eureka, descobri que afinal gosto de ler.
Actualmente, não tenho tanto tempo para ler como gostaria, mas encontro na leitura (dos géneros literários que gosto) uma forma de aprender a gostar de ler outras coisas.

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Mas sempre vai havendo tempo para ler o livro para a filhota que a "chata" da educadora a "convence" a escolher para levar para casa à sexta-feira, não é? :o)

Só hoje, todas as crianças (as do 1ºCiclo inclusive) levaram a mochila com os livros. E porquê só hoje? Porque uma mãe, a semana passada, se ofereceu para fazer uma estampagem nos sacos (esta colaboração pode considerar-se uma partilha de afectos)...As crianças tinham um sorriso no rosto e, com a mochila às costas, uma criança disse: "Estou tão feliz"...
Anexos

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Há tempo para ler e para fazer o desenho que ilustra a história :-)
O portfólio dela está a crescer, quer na qualidade dos desenhos que ela vai fazendo, quer na quantidade. E o mais engraçado, é que quando lhe perguntas como era a história do ursinho (a 1ª que ela trouxe para casa) ela lê a história, por palavras dela, através dos seus desenhos.
A leitura e o recontar a história a outras pessoas é importante na medida que lhes permite aumentar o vocabulário.
A propósito, achei o máximo aquela parte da ficha em que temos que registar as palavras novas e o que elas significam.
Parabéns também pelo trabalho de qualidade que desenvolves.
Beijinhos. ;-)

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Pronto, pronto...já sei, ou a tua filha "passa" ou "chumbo" eu!! :o) (brincadeira)
90% do sucesso desta actividade passa pelas próprias crianças e pela família, por isso o meu papel passa apenas por "semear" o entusiasmo entre os intervenientes... (Nem sempre esta é uma tarefa fácil, mas eu não desisto porque acredito... E parece que as crianças também.)
Obrigada pelo teu apoio, não só aqui mas também no trabalho do JI... E espero que a professora de matemática volte a ler uma história no JI :o)

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